Imagem: Google Street View/ Reprodução
A Secretaria Municipal de Turismo de Foz do Iguaçu manifesta apoio à nova medida adotada pela Receita Federal, que estabelece um trajeto obrigatório para os ônibus que partem da Rodoviária Internacional do município com destino a outros municípios e estados. A iniciativa tem como objetivo fortalecer as ações de combate ao contrabando, ao descaminho e a outros ilícitos transfronteiriços, contribuindo para a segurança dos passageiros e para a valorização da economia formal. A medida foi estabelecida pela Portaria ALF/Foz do Iguaçu nº 299/2026.
O que mudou?
A partir de 1.º de agosto de 2026, os ônibus que saem da Rodoviária Internacional de Foz do Iguaçu passam a cumprir um trajeto obrigatório antes de acessar a BR-277. Para a nova rota de fiscalização, os veículos devem seguir pela Avenida Costa e Silva, acessar a Avenida Rosa Cirilo de Castro e posteriormente a Avenida Paraná, passando em frente à sede da Receita Federal em Foz do Iguaçu.
Durante o percurso, os coletivos poderão ser direcionados para fiscalização, incluindo a verificação de passageiros, bagagens, encomendas e documentos. Após a passagem pela alfândega, os veículos retomam o trajeto para seguir viagem. A medida foi debatida previamente com a Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) e com as empresas de transporte.
Para a Secretaria Municipal de Turismo, o fortalecimento dos mecanismos de fiscalização é importante para uma cidade que recebe visitantes de diferentes regiões do Brasil e do exterior. “O turismo depende de um ambiente seguro, organizado e que valorize a legalidade. Foz do Iguaçu é um dos principais destinos do Brasil, medidas que fortalecem a fiscalização e o combate a práticas ilícitas contribuem para a proteção da economia formal, aumentam a segurança dos passageiros e reforçam a imagem da cidade como um destino confiável e preparado para receber turistas”, destaca o secretário municipal de Turismo, Jin Petrycoski.
A Secretaria afirma ainda que iniciativas voltadas ao combate de práticas ilegais geram impactos positivos para toda a cadeia produtiva do turismo, do comércio e dos serviços, fortalecendo um ambiente mais seguro, competitivo e favorável ao desenvolvimento econômico do município.
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